segunda-feira, 24 de março de 2014

Manutenção automóvel



Os nossos automóveis absorvem uma boa parte das nossas despesas. Assim pretendo aqui apresentar algumas observações que possam ser úteis para minimizar os gastos com a manutenção dos nossos carros.

Manutenção preventiva


A chamada manutenção preventiva trata-se das revisões normais do carro: mudança de óleo, mudança de pneus, mudança de filtros, etc.

Esta deve ser cumprida de acordo com o recomendado pelo fabricante do nosso carro. Essa informação encontra-se escrita no manual dos carros. Diga-se que deixar arrastar os prazos (quer em termos de tempo quer de quilómetros) não é uma boa opção, isto porque ao adiarmos esta manutenção estamos a contribuir para que um mal maior possa surgir.

Manutenção corretiva


Quando problemas inesperados surgem, que normalmente aparecem na forma de ruídos estranhos ou comportamento anormal da viatura. Também neste caso deixar arrastar os sintomas pode contribuir para um mal maior e até mesmo colocar a sua segurança em perigo, sobretudo quando se trata de sistemas de travagens ou outros de fulcral importância. Normalmente quanto mais velho é o carro maior a despesa com esta parcela.

Mudança de pneus


A mudança de pneus representa uma despesa significativa e normalmente têm de ser mudados a cada 40 mil quilómetros, isto claro dependendo da viatura, dos pneus e do tipo de condução.

No meu carro costumo substituir os pneus 2 a 2 para pesar menos, até porque os pneus da frente se desgastam mais depressa. O que costumo fazer é colocar os pneus novos atrás e os pneus de trás (já um pouco gastos) passam para a frente. Isto permite-me prolongar a duração dos pneus.  Dizem alguns especialistas que os pneus novos devem ser colocados à frente por questões de segurança… O que é certo é que se assim for terá de se substituir os pneus com uma frequência maior, logo com maior custo.

Cuidados a ter na manutenção automóvel


- Verificar a pressão dos pneus frequentemente, estando assim a contribuir para a sua segurança e para a diminuição dos consumos de combustível.

- Verificar os níveis do óleo, líquido do radiador e limpa para brisas

- Acompanhar o desgaste/estado dos pneus

- Se não for entendido nestes assuntos opte por um pack revisão num centro auto.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Viagens Partilhadas



Fazer viagens partilhadas é sem dúvida uma boa solução para aumentar a sua poupança em transportes. Visto os gastos com automóveis e combustíveis estarem cada vez mais elevados face aos nossos vencimentos actuais.

Pode partilhar viagens com os seus colegas de trabalho (nas deslocações para o trabalho), com os seus familiares (no caso de percursos coincidentes) ou ainda com desconhecidos.

Por vezes basta falar com os nossos colegas de trabalho e perceber que fazem todos os dias o mesmo trajecto que nós. E porque não propor que se faça viagens partilhadas? A redução dos gastos da viagem seria dividida pelos dois e assim todos teriam a ganhar. Eu já cheguei a partilhar boleia com três colegas. Perde-se alguma autonomia, mas ganha-se muito dinheiro.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Pague menos IMI


O imposto municipal sobre imóveis (IMI) tem vindo a subir a taxas muito elevadas nos últimos anos, trata-se de mais uma manobra do governo para arrecadar impostos em tempo de crise.

A verdade é que estes impostos tornam os imóveis dispendiosos e assim há que tentar algumas soluções para diminuir este imposto.

Os imóveis pagam IMI em função do valor patrimonial do imóvel, assim quanto maior o valor patrimonial, maior a fatia e IMI a pagar. Uma das soluções para baixar este imposto é também baixar o valor patrimonial do imóvel, isto pode ser possível através de uma reavaliação do imóvel junto das finanças. Por exemplo, é aplicado um coeficiente de desvalorização do imóvel em função da idade, e muitos imóveis ainda não apresentam este coeficiente actualizado.

segunda-feira, 3 de março de 2014

Opções de Investimento

Existem muitas opções de investimento disponíveis, cada investidor deve avaliar qual é o investimento mais adequado à sua pessoa.

Existem algumas considerações chave quando se pensa em investir, são elas: capital disponível, prazo de investimento, perfil de risco.

O acto de investir implica muita reflexão, análise e estudo. Leia revistas, livros, blogs e consulte os seus familiares e amigos. Assim conseguirá chegar às melhores opções de investimento.

Dê preferência a aplicações que tenham juros compostos, ou seja onde os juros são aplicados novamente em vez de serem distribuídos. Esta opção pode valer-lhe milhares de euros ao final de alguns anos.

 Depósitos a prazo


É uma das aplicações mais seguras. A sua rentabilidade é normalmente um pouco limitada face a outras opções, mas é uma excelente hipótese para começar. Atualmente os depósitos a prazo apresentam taxas muito baixas (cerca de 1%) pelo que será melhor opção optar pelos certificados do tesouro poupança mais (cerca de 3%).

 Acções ou fundos de investimento


Analisando os registos ao longo dos tempos, historicamente as acções são o produto financeiro que apresentou maiores taxas de rentabilidade (taxas de 7%). No entanto este não é um investimento seguro e requer alguns conhecimentos de avaliação de empresas e de mercado. É um jogo que deve ser feito para horizontes temporais elevados (5anos).